Retornava do dia de trabalho quando observou, através da janela do coletivo, o policial tomando notas em seu talão.
A motocicleta abandonada, estacionada em posição irregular, acrescentava ao fluxo caótico da avenida.
De súbito, o passageiro cai em si: Era dele próprio o veículo. Logo, o policial não devia estar a penalizar-se.
É difícil dar-nos conta. São nossos os próprios...
