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nada interroga a alvura - doc
 
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sr, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 · 71 votos · 9
Jim Newberry


  Arquivo Word - 232 Kb

downloads: 134
Autoria:
sonia regina

Ficha Técnica:
Numa espécie de intratextualidade, retomo poemas antigos para escrever o novo. Pot-pourri é essa construção.

Website:
http://pousio.blogspot.com

 
belo trabalho, abraçossss

O NOVO POETA.(W.MARQUES). · Franca (SP) · 21/11/2009 18:05
Sônia,

Já o título é uma poesia, adoro títulos bem colocados. Eu não sou muito bom nisso.rs...Há uma constelação só no título!...Já "na luminosidade frouxa da lamparina/nada interroga a alvura" é um achado soberbo de lindo! Muito bom, adorei ler. Como sempre!

abs, luz divina, saúde paz..tudo...MF.

Milton Filho · Ribeirópolis (SE) · 23/11/2009 10:54
Adorei.
"na terra, os pés descansam e os anjos tocam sinos".
Votado, abraços. Elmira.

Elmira Nunes · Lauro de Freitas (BA) · 23/11/2009 12:22
Sempre muito criativa. Do antigo aparece o novo, e as mensagens são eternas. Votado.

Paola Rhoden · Brasília (DF) · 23/11/2009 16:03
Sônia, é uma entrega aos segredos que se encobrem nas entranhas da vida. Belo poema! Abraços! Já votei.

Abilio Terra · Brasília (DF) · 23/11/2009 17:28
Sonia,

Belíssimo!

Gostei Muito desse Pot-pourri.

O Segredo Só Se Revela ao Seu Momento!

Um Beijo, Jorge X

Jorge Xerxes · São José dos Campos (SP) · 23/11/2009 20:13
Lindo!!!

dudu oliva · Rio de Janeiro (RJ) · 24/11/2009 00:19
Outro "sentido" que encontro no dicionário para "pot-pourri" é "mistura de coisas heterogêneas". Não entendo nada de Química, mas me parece que esse negócio de heterogêneo é coisa de reação, ajude-me por favor quem é do ramo. Também não entendo muito bem de poesia, poema, escrita, literatura, mas de beleza e de engenho, parece que entendo um pouco. E esse pouco é muito, suficientemente enorme para perceber a inteligência de Sônia Regina... aliás, que eu - há algum tempo, já vinha percebendo os poemas "recriados" por ela, e agora confesso que alguns não só me impressionaram muito, como, também, confundiram um pouco. A princípio, levei um susto: que é isso? Que temos aqui? Temos boa poesia, poemas bem construídos, homogêneos, pinçando aqui e ali um verso, para compor o grande poema, não apenas belo, mas puro, retilíneo (isso me parece que é Física), espontâneo, livre... Poeta de mão cheia, essa Sônia Regina? Sim, mas não apenas de mão cheia, mas de cabeça, de peito, de coração, de alma, enfim, cheias. Sônia Regina é poeta de requinte, que possui consciência do que diz e faz, e - com seus escritos, torna-nos felizes, afinal, essa também é uma das "funções" da literatura, não é?. Parabéns e muito obrigado.

Américo Leal · Paragominas (PA) · 24/11/2009 13:23
Querida Sônia,
A cada novo Pot Pourri fico mais impressionado. De qualquer ângulo que se examine, abrem-se novas oportunidades de interpretações. Mande mais...
Bjs e voto atrasado.

Betusko · São Paulo (SP) · 25/11/2009 10:38
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